terça-feira, 25 de outubro de 2016

QUE DEUS O TENHA CAPITÃO!

Aos 72, morre Carlos Alberto Torres, o maior dos capitães do futebol brasileiro


A braçadeira de capitão sempre lhe caiu bem. Porte esguio, olhar penetrante, personalidade marcante. Não tinha jogador que não ouvisse com atenção suas observações, seus conselhos ou, na pior das hipóteses, suas broncas. Nem Pelé escapava, e foram  muitas as vezes em que precisou até baixar a cabeça. E foi esse grande capitão que o futebol brasileiro e o mundo perderam nesta terça-feira, aos 72 anos. Morreu na manhã desta terça-feira, no Rio de Janeiro, vítima de enfarte fulminante, Carlos Alberto Torres, atualmente comentarista do SporTV. Nome e sobrenome de craque. O homem do tricampeonato mundial em 1970, que beijou e levantou a Taça Jules Rimet. O pai de Andrea e de Alexandre Torres, zagueiro que atuou no Fluminense e no Vasco.

Casado três vezes - uma das esposas foi a atriz Terezinha Sodré -, o capitão do tri, que também foi vereador no Rio, de 1989 a 1993, pelo PDT, estava em casa quando passou mal, na Barra da Tijuca. Ainda foi levado para o Hospital Riomar, mas as tentativas de reanimá-lo foram em vão. O detalhe é que Carlos Alberto tinha um irmão gêmeo, Carlos Roberto, falecido há um mês.

Nascido a 17 de julho de 1944, carioca do bairro da Vila da Penha, Carlos Alberto, seja como lateral-direito, onde começou na base do Fluminense, seja como zagueiro, sempre desfilou pelos gramados uma classe com a bola nos pés em que não ficava para trás nem para um astro do nível de Franz Beckenbauer. Santos, Botafogo, Flamengo e New York Cosmos tiveram em campo a sua classe. Era reverenciado no mundo todo pelo seu passado. Depois, como treinador, o Capita, como era carinhosamente chamado, teve como pontos altos a conquista do Campeonato Brasileiro de 1983, pelo Flamengo, da Copa Conmebol, em 1993, pelo Botafogo, e do Campeonato Carioca de 1984, pelo Fluminense.

Como jogador, Carlos Alberto conquistou uma penca de títulos. No Fluminense, clube de coração, onde começou a carreira, ganhou o Carioca em 1964, quando estourou, e depois, no seu retorno, os de 1975 e 1976, com a famosa Máquina montada pelo presidente eterno Francisco Horta. No Santos de Pelé, onde chegou em 1965, ainda garoto, e viveu o auge, atuando ao lado de craques como o próprio Rei do Futebol, Edu e Clodoaldo, companheiros de tricampeonato mundial, levou a Taça Brasil em 1965 e 1968, o Torneio Rio-São Paulo em 1966, a Recopa Sul-Americana em 1968 e muitos campeonatos paulistas - 1965, 1967, 1968, 1969 e 1973.

Em sua breve passagem pelo Botafogo em 1971, emprestado pelo Santos, Carlos Alberto Torres não conquistou títulos mas teve também presença marcante, atuando ao lado de craques como Jairzinho, Paulo Cezar Caju e outros. Depois, voltou ao Peixe, ainda no mesmo ano, onde ficou até 1974. Retornou então ao Fluminense, onde viveu outro grande momento em sua carreira, com a Máquina de Rivellino, Paulo Cezar, Pintinho, Doval & Cia.

Saiu da Máquina em 1977 para atuar no Flamengo de Zico, onde também passou em branco mas viu começar ali aquela que seria a maior equipe rubro-negra da história. Depois, reviu Zico, Junior, Leandro e Adílio quando os comandou na conquista do Brasileiro de 1983.

O pouco tempo no Flamengo como jogador teve explicação. O New York Cosmos o queria. Já como zagueiro, Carlos Alberto foi para a equipe americana recém-montada para atuar com supercraques. O Cosmos ficou conhecido por reunir uma verdadeira seleção mundial, de Pelé a Franz Beckenbauer. E o Capita, por lá, foi campeão por quatro temporadas - 1977, 1978, 1980 e 1982. Levantar taça era com ele mesmo.

E quando, no estádio Azteca, levantou a Jules Rimet, a maior que conquistou, no tricampeonato de 1970, no México, Carlos Alberto eternizou não só o gesto, mas também uma geração fora de série. Zagallo sempre dizia que fora de campo era o comandante, mas, no gramado, era o seu capitão o porta-voz. O gol marcado pelo lateral-direito, o último na goleada por 4 a 1 sobre a Itália na grande final, sintetizou o que o então camisa 4 e toda aquela Seleção tinham de melhor. A jogada, que iniciou da intermediária com série de dribles de Clodoaldo, foi de pé em pé até Pelé dar um simples toque para o lateral, que vinha de trás. A bola ainda deu uma pequena subida antes de o jogador desferir o potente chute que estufou a rede.

Carlos Alberto era um jogador moderno para o seu tempo. Tinha forte poder de marcação, a ponto de poder ter atuado, já como veterano, na zaga. Era também dono de uma rara habilidade e contava com fôlego e capacidade para subir ao ataque como elemento surpresa. 

Sua história na Seleção começou em 30 de maio de 1964, contra a Inglaterra, no Maracanã, na goleada por 5 a 1. Foram 69 partidas com a camisa verde-amarela e nove gols marcados. Um número considerável para um lateral-direito. Na Seleção sentiu-se à vontade como nos clubes para exercer uma liderança dentro e fora de campo, principalmente no tricampeonato mundial de 1970, ao lado de Pelé e Gerson.

Como jogador, Carlos Alberto Torres ainda teve uma breve passagem pelo California Surf, até retornar ao Cosmos e encerrar a carreira em 1982. Não demorou muito, no entanto, para o Capitão voltar a frequentar o mundo do futebol, mas como treinador. Numa decisão ousada na época, o Flamengo, em crise na tabela do Brasileirão, convidou Carlos Alberto para ser o técnico. O time tinha sido campeão em 1982, mas passava por mau momento naquele período. O Capita assumiu a equipe e a levou a uma reação na tabela rumo ao tricampeonato brasileiro, na final sobre o Santos, vencida por 3 a 0, num Maracanã com mais de 150 mil pessoas.

Ali era o começo de uma carreira como treinador com altos e baixos. Sim, Carlos Alberto não foi como técnico tão brilhante como era no gramado com a bola nos pés. Mas teve momentos importantes. No Botafogo, comandou uma equipe limitada tecnicamente rumo à conquista de uma competição internacional, a Copa Conmebol, conquistada em 1993. A final foi contra o Peñarol. Depois do 1 a 1 em Montevidéu, os dois times voltaram a empatar, mas por 2 a 2, no Maracanã. A disputa foi para os pênaltis, com vitória alvinegra por 3 a 1. Tanto ao lado de craques consagrados como comandando jogadores jovens e desconhecidos, com ou sem braçadeira, o Capita tinha liderança e estrela. 

FONTE: Globo Esporte

segunda-feira, 17 de outubro de 2016

Rádio Nordestino de Luto!

Morre aos 64 anos o radialista e narrador esportivo Carlos Fred

Carlos Fred teve sucesso no Jornalismo Esportivo Cearense. Foto Thiago Gaspar
Faleceu na madrugada desta segunda-feira (17) o radialista e narrador esportivo Carlos Fred. Vítima de um infarto, Carlos Frederico Costa Carneiro deixa um legado no rádio esportivo cearense e muita saudade aos familiares, amigos e colegas de profissão.

Fred era narrador oficial das partidas de Ceará e Fortaleza nas principais competições nacionais, transmitidas pela Rádio Tribuna BandNews FM, além de comentar diariamente o esporte local e nacional no programa Tribuna BandNews Esporte.

Em menos de duas temporadas completas na Tribuna BandNews FM (101.7), ele conseguiu aumentar ainda mais a popularidade diante dos ouvintes locais. Da própria empresa, o reconhecimento veio ao ser renomeado de Fred Mito, o que gerou até memes nas redes sociais.

“Saiu de forma espontânea. Primeiro eu chamei de ‘Bom Velhinho’, depois eu passei a chamar de #FredMito. É pela importância dele no rádio. O ouvinte começou a chamar também e a gente reforçou a ideia”, comenta Jussiê Cunha, coordenador da equipe de esportes. 

Com 45 anos de profissão, o radialista participou de coberturas importantes. Narrou quatro Copas do Mundo (1986, 1990, 1994 e 1998), além de decisões de Campeonato Brasileiro, Copa do Brasil, jogos das Eliminatórias, Séries A, B e C, além do Campeonato Cearense.

Quis o destino que o último gol narrado por Carlos Fred fosse de seu time de coração, o Fortaleza, no empate em 1 a 1 contra o Juventude, no jogo de volta das quartas-de-final da Série C do Campeonato Brasileiro, no dia 9 de outubro.

O velório acontece nesta manhã no Clube Grab, no Bairro Antônio Bezerra. O endereço é Rua Hugo Vítor, 395, Antônio Bezerra. O enterro será na terça-feira (18), no Cemitério Memória Fortaleza, na Rua Paulo Afonso, 1.191, Jari, em Maracanaú.

“Carlos Fred nos deixou. A crônica perde um fora de série. Os amigos perdem um ser humano fantástico, generoso com todos. Fortaleza amanheceu triste e a ‘moça branca’ ficou orfã”, declara o jornalista Caio Costa, comentarista da Tribuna BandNews e da Nordestv.

Jussiê Cunha sentiu a perda. “Mais um golpe da vida. Se foi o companheiro mais carismático, moleque e inteligente com quem trabalhei. Adeus, Mito! Adeus, Fred”.


Por Rosana Romão

segunda-feira, 26 de setembro de 2016

O Rádio Cearense de Luto.

Em Quixeramobim faleceu o Radialista e Historiador Crisanto Teixeira aos 60 anos.


Por volta das 19:00 horas faleceu o Radialista Crisanto Teixeira. Segundo informações crisanto deu entrada no Hospital Regional Dr Pontes Neto se sentindo muito mal e vindo a óbito por uma parada cardio respiratória.

O corpo de Crisanto Teixeira, 60 anos, será sepultado às 15:30h de hoje, Segunda 26, no Cemitério Parque da Saudade em Caucaia, Região Metropolitana de Fortaleza.

domingo, 25 de setembro de 2016

25 de Setembro dia do Rádio no Brasil!

25 DE SETEMBRO DIA DO RÁDIO E DA RÁDIODIFUSÃO NO BRASIL


No dia 25 de setembro, data do nascimento de Roquete Pinto -  o "Pai do Rádio Brasileiro" -, comemora-se o Dia do Rádio. Em 1923, Roquete fundou a primeira emissora do país, a Rádio Sociedade do Rio de Janeiro. Era uma fase experimental do veículo, sem grandes avanços tecnológicos.
Roquete Pinto foi um médico, professor, escritor, antropólogo, etnólogo, ensaísta brasileiro, membro da Academia Brasileira de Letras.

A primeira transmissão radiofônica em terras brasileiras, no entanto, já havia ocorrido no ano anterior, mais precisamente em 7 de setembro de 1922, na comemoração do centenário da independência brasileira. Na ocasião, uma estação de rádio foi instalada no Corcovado, no Rio de Janeiro, para a veiculação de músicas e do discurso do então presidente Epitácio Pessoa.

De lá para cá, muita coisa mudou: das interferências e ruídos dos primeiros aparelhos de rádio (pesados, enormes e à válvula) aos pequenos, leves e modernos rádios de transistores. A década de 1950 foi marcada pela consolidação do veículo como meio de comunicação. Em 1968, surgiram as primeiras emissoras de freqüência modulada (FM).

A história também cogita que um padre brasileiro, Roberto Landell de Moura, tivesse sido o inventor do rádio. Em 1894, Roberto havia desenvolvido aparelho semelhante e efetuado a emissão e recepção de sinais a uma distância de oito quilômetros, do bairro de Santana para os altos da avenida Paulista, em São Paulo.

Fanáticos religiosos, contudo, cientes de que o padre brasileiro tinha pactos com o demônio, destruíram seu aparelho e suas anotações, o que atrasou o reconhecimento de sua criação pelas autoridades científicas. Só em 1900 Roberto conseguiu fazer uma demonstração pública de seu invento.

sexta-feira, 23 de setembro de 2016

Novidade na Rede Maisnova!

Eduarda Streb estreia na Rede Maisnova com informações esportivas


A Rede Maisnova FM apresenta nesta semana mais uma novidade em sua programação, com a estreia da jornalista Eduarda Streb. A profissional vai apresentar de segunda a sábado o “Bate-Bola com Duda Streb”, com informações da dupla Gre-Nal e do esporte em geral.

Os programetes serão transmitidos para todas as 11 emissoras da rede. O “Bate-Bola com Duda Streb” poderá ser acompanhado em três horários na programação: 10h15, 13h30 e 21h20. A jornalista Eduarda Streb tem 20 anos de carreira na televisão e já cobriu os maiores eventos esportivos do mundo. 

O coordenador de programação da Maisnova FM, Eron Voesch, relembra que a emissora já apresentou recentemente outras novidades como os drops diários “A hora do rock”, com as histórias e notícias do mundo Rock ‘n’ Roll, e “Aninha na cozinha”, com dicas rápidas de culinária.  

A Rede Maisnova é uma das emissoras mais modernas do país, com transmissão via satélite e constante renovação por meio de investimentos em pesquisa, qualificação de profissionais e novos equipamentos. A Rede  Maisnova tem emissoras nas cidades de Caxias do Sul (geradora), Garibaldi, Lagoa Vermelha, Marau, Passo Fundo, Pelotas, Santo Ângelo, Sarandi, Soledade, Vacaria e Vila Flores, com um sinal presente em mais de 200 municípios do Rio Grande do Sul. A cobertura abrange uma área superior de 3 milhões de pessoas.

Fonte: Radioamantes


A Rádio Maisnova é uma estação de rádio brasileira com sede em Caxias do Sul, RS. É a matriz da Rede Maisnova FM e opera na frequência 98,5 MHz FM. É a maior rede do estado (se contado o fator "rede única", com diversas emissoras repetindo e segmentando a mesma programação), sendo ao mesmo tempo também a terceira maior e principal rede de rádios (se contado o fator "número de rádios") atrás das redes Pampa e RBS.

Maisnova FM 98,5 MHz - Caxias do Sul (Geradora)
Maisnova FM 88,1 MHz - Garibaldi
Maisnova FM 90,7 MHz - Sarandi
Maisnova FM 93,9 MHz - Vila Flores 
Maisnova FM 94,5 MHz - Pelotas
Maisnova FM 94,5 MHz - Santo Ângelo
Maisnova FM 94,7 MHz - Marau
Maisnova FM 99,1 MHz - Soledade
Maisnova FM 101,5 MHz - Vacaria 
Maisnova FM 102,5 MHz - Passo Fundo
Maisnova FM 104,3 MHz - Lagoa Vermelha

“Na Geral” de casa nova!

“Na Geral” na 105 FM


Após 14 anos na Rádio Bandeirantes AM 840 e FM 90,9. O programa “Na Geral”, com Zé Paulo da Glória, Lélio Teixeira e Beto Hora, vai estrear no mês de novembro na 105 FM, emissora líder de audiência no esporte na Grande SP.

Lélio Teixeira – que é um dos sócios do projeto esportivo na 105 FM – foi quem ficou a frente das negociações.

Na nova emissora, o programa “Na Geral” deve ocupar a faixa horária das 17h30 às 19h, e vai contar com a participação da equipe de esportes.

O “Na Geral” chegou à Rádio Bandeirantes em 2002, vindo da Brasil 2000 FM e tem nas imitações de Beto Hora um de seus pontos altos, além de muita informação. Na Bandeirantes, existe a possibilidade que o horário do “Na Geral” seja ocupado por um programa de conteúdo político, numa tentativa de concorrer diretamente com a Rádio Jovem Pan.

Outra mudança que deve ser sentida será em relação ao locutor e humorista Beto Hora. Muitas chamadas e comerciais na Rádio Bandeirantes estão gravados com sua voz, desde a saída de Walker Blaz, em 2013.

FONTE: Anderson Cheni

Rede Jovem Pan estreia novo programa de Jornalismo!

Programa “3 em 1” estreia nas grades das rádios Jovem Pan FM e Jovem Pan News


As rádios Jovem Pan AM 620 e Jovem Pan FM 100.9, ambas de São Paulo, terão novidade em suas grades a partir da próxima segunda-feira (26). A assessoria de imprensa do Grupo Jovem Pan confirmou a estreia do programa “3 em 1”, atração de perfil jornalístico que será apresentada por Carlos Graieb, Vera Magalhães e Carlos Andreazza. A novidade também chegará aos ouvintes que acompanham a Jovem Pan News em outras praças do país.


“O Andreazza no Rio, a Vera e eu aqui em São Paulo, concordamos em bastante coisa, mas não em tudo. Vai ser um programa de notícias e discussão”, diz Graieb, novo diretor de conteúdo multiplataforma da Jovem Pan. O programa abordará temas de política, cultura, entretenimento e antecederá um dos carros chefe da emissora, Os Pingos nos Is, apresentado por Reinaldo Azevedo, Patrick Santos e Victor LaRegina, das 18h às 19h.

Segundo a assessoria de imprensa do Grupo Jovem Pan, o “3 em 1” irá ao ar pelas redes AM, TV Jovem Pan (acessível via site e aplicativos) para todo o Brasil e FM da capital paulista. Apesar do programa ir ao ar na 100.9 FM de São Paulo, a rede Jovem Pan FM seguirá sem alterações em sua grade, mantendo a veiculação do programa “Missão Impossível” (no ar entre 17h00 e 18h00). Já na grade da 100.9 FM a Jovem Pan FM executa atualmente uma programação musical, enquanto a 620 AM contava com o Radioatividade (que terá o seu horário alterado, encerrando as 17h30).

Fonte:Tudo Rádio

Jorge Luiz estreia no comando do "Manhã da Muriaé"

O experiente Jorge Luiz é o novo comunicador das manhãs da Muriaé O dia 5 de março de 2018 estrou para a história do rádio na região. ...