sábado, 12 de novembro de 2016

Mais uma demissão de impacto no SGR

Laércio Maciel demitido da Rádio Globo

As coisas  estão realmente mudando  muito no rádio, e quando falamos então do Sistema Globo de Rádio, a situação fica ainda mais preocupante. A  empresa  que é responsável pelas rádios Globo e CBN demitiu nessa sexta-feira o comunicador Laércio Maciel. 

Láercio está no SGR há mais de 20 anos, chegou junto com Heródoto Barbeiro na CBN onde foi locutor por anos e depois da morte do jornalista Miguel Dias em 2002 assumiu de vez as Manhãs da Globo. Hoje após apresentar normalmente o programa que apresentava com maestria há quase  15 anos de segunda  a sábado, das 10h05 às 13 horas recebeu a informação que estava fora da emissora. Como de costume nesses casos se que teve a oportunidade de agradecer aos ouvintes, muitos ainda nem sabem de sua saída. 

A emissora ainda não informou se o "Manhã da Globo" vai continuar e muito menos que vai assumir o comando da atração que tem ótima audiência e um público fiel.  As recentes demissões não pouparam os funcionários mais antigo tanto de Globo como CBN, seja no Rio ou em São Paulo,  episódios como esse  indicam que a renovação será completa, partindo principalmente dos funcionários mais antigos nas emissoras.

Por: Anderson Cheni

quinta-feira, 3 de novembro de 2016

Álvaro José pode esta de casa nova!

Álvaro José pode ser anunciado como reforço do FOX Sports


Publica o UOL, por Flávio Ricco, que até com certa intensidade o nome de Álvaro José circulou em alguns setores do FOX Sports nesta semana, dando conta que sua contratação poderia ser anunciada nos próximos dias.

Por sua vez, na Band, atual emissora de Álvaro, a informação é que está "tudo normal" em relação ao jornalista.

quarta-feira, 2 de novembro de 2016

BandNews FM estreia o historiador Leandro Karnal como colunista em sua grade

Historiador debate temas que mexem com o cotidiano dos brasileiros. Foto: BandNews

A BandNews FM 96.9 de São Paulo passa a contar com mais uma novidade em sua grade. O historiador Leandro Karnal, um dos intelectuais mais admirados no Brasil, inicia sua participação na grade da emissora nesta terça-feira (1º). Karnal será colunista da emissora com o quadro Careca de Saber, e terá sua coluna veiculada durante a grade diária.

O historiador, doutor em história social pela Universidade de São Paulo e professor na Universidade de Campinas é autor ou co-autor de mais de dez livros, alguns dos quais estão entre os mais vendidos do Brasil. Karnal também é membro do conselho editorial de revistas científicas e escreve para o jornal O Estado de São Paulo.

Às terças, Leandro Karnal vai conversar ao vivo com Ricardo Boechat, às 8h20. O papo será reprisado ao longo da programação: às 10h40 para os ouvintes de São Paulo; 13h40, 17h57 e às 21h40. Às quintas, uma coluna inédita será exibida nesses mesmos horários, com exceção de 8h20. As participações também serão reprisadas aos fins de semana.

Estudioso do comportamento humano, suas palestras e entrevistas são assistidas por milhares de pessoas, o que lhe rendeu uma grande popularidade entre pessoas de todas as faixas etárias e classes sociais. Karnal é historiador, professor universitário e autor de diversos livros.

Fonte: Tudo Rádio

CBN Salvador demite funcionários e encerra as atividades

CBN Salvador encerra as atividades  




A Rádio CBN Salvador encerrou as atividades nesta terça-feira (1) e demitiu os funcionários da empresa após reunião pela manhã. Depois de seis anos operando na capital baiana, a rádio vai desocupar faixa 91,3 FM e dará lugar a rádio paulista Jovem Pan.

A decisão pegou os funcionários de surpresa. Desde 2010 a emissora pertencia a Rede Bahia e era uma das afiliadas da Central Brasileira de Noticias.

Por: radiodeverdade

terça-feira, 25 de outubro de 2016

QUE DEUS O TENHA CAPITÃO!

Aos 72, morre Carlos Alberto Torres, o maior dos capitães do futebol brasileiro


A braçadeira de capitão sempre lhe caiu bem. Porte esguio, olhar penetrante, personalidade marcante. Não tinha jogador que não ouvisse com atenção suas observações, seus conselhos ou, na pior das hipóteses, suas broncas. Nem Pelé escapava, e foram  muitas as vezes em que precisou até baixar a cabeça. E foi esse grande capitão que o futebol brasileiro e o mundo perderam nesta terça-feira, aos 72 anos. Morreu na manhã desta terça-feira, no Rio de Janeiro, vítima de enfarte fulminante, Carlos Alberto Torres, atualmente comentarista do SporTV. Nome e sobrenome de craque. O homem do tricampeonato mundial em 1970, que beijou e levantou a Taça Jules Rimet. O pai de Andrea e de Alexandre Torres, zagueiro que atuou no Fluminense e no Vasco.

Casado três vezes - uma das esposas foi a atriz Terezinha Sodré -, o capitão do tri, que também foi vereador no Rio, de 1989 a 1993, pelo PDT, estava em casa quando passou mal, na Barra da Tijuca. Ainda foi levado para o Hospital Riomar, mas as tentativas de reanimá-lo foram em vão. O detalhe é que Carlos Alberto tinha um irmão gêmeo, Carlos Roberto, falecido há um mês.

Nascido a 17 de julho de 1944, carioca do bairro da Vila da Penha, Carlos Alberto, seja como lateral-direito, onde começou na base do Fluminense, seja como zagueiro, sempre desfilou pelos gramados uma classe com a bola nos pés em que não ficava para trás nem para um astro do nível de Franz Beckenbauer. Santos, Botafogo, Flamengo e New York Cosmos tiveram em campo a sua classe. Era reverenciado no mundo todo pelo seu passado. Depois, como treinador, o Capita, como era carinhosamente chamado, teve como pontos altos a conquista do Campeonato Brasileiro de 1983, pelo Flamengo, da Copa Conmebol, em 1993, pelo Botafogo, e do Campeonato Carioca de 1984, pelo Fluminense.

Como jogador, Carlos Alberto conquistou uma penca de títulos. No Fluminense, clube de coração, onde começou a carreira, ganhou o Carioca em 1964, quando estourou, e depois, no seu retorno, os de 1975 e 1976, com a famosa Máquina montada pelo presidente eterno Francisco Horta. No Santos de Pelé, onde chegou em 1965, ainda garoto, e viveu o auge, atuando ao lado de craques como o próprio Rei do Futebol, Edu e Clodoaldo, companheiros de tricampeonato mundial, levou a Taça Brasil em 1965 e 1968, o Torneio Rio-São Paulo em 1966, a Recopa Sul-Americana em 1968 e muitos campeonatos paulistas - 1965, 1967, 1968, 1969 e 1973.

Em sua breve passagem pelo Botafogo em 1971, emprestado pelo Santos, Carlos Alberto Torres não conquistou títulos mas teve também presença marcante, atuando ao lado de craques como Jairzinho, Paulo Cezar Caju e outros. Depois, voltou ao Peixe, ainda no mesmo ano, onde ficou até 1974. Retornou então ao Fluminense, onde viveu outro grande momento em sua carreira, com a Máquina de Rivellino, Paulo Cezar, Pintinho, Doval & Cia.

Saiu da Máquina em 1977 para atuar no Flamengo de Zico, onde também passou em branco mas viu começar ali aquela que seria a maior equipe rubro-negra da história. Depois, reviu Zico, Junior, Leandro e Adílio quando os comandou na conquista do Brasileiro de 1983.

O pouco tempo no Flamengo como jogador teve explicação. O New York Cosmos o queria. Já como zagueiro, Carlos Alberto foi para a equipe americana recém-montada para atuar com supercraques. O Cosmos ficou conhecido por reunir uma verdadeira seleção mundial, de Pelé a Franz Beckenbauer. E o Capita, por lá, foi campeão por quatro temporadas - 1977, 1978, 1980 e 1982. Levantar taça era com ele mesmo.

E quando, no estádio Azteca, levantou a Jules Rimet, a maior que conquistou, no tricampeonato de 1970, no México, Carlos Alberto eternizou não só o gesto, mas também uma geração fora de série. Zagallo sempre dizia que fora de campo era o comandante, mas, no gramado, era o seu capitão o porta-voz. O gol marcado pelo lateral-direito, o último na goleada por 4 a 1 sobre a Itália na grande final, sintetizou o que o então camisa 4 e toda aquela Seleção tinham de melhor. A jogada, que iniciou da intermediária com série de dribles de Clodoaldo, foi de pé em pé até Pelé dar um simples toque para o lateral, que vinha de trás. A bola ainda deu uma pequena subida antes de o jogador desferir o potente chute que estufou a rede.

Carlos Alberto era um jogador moderno para o seu tempo. Tinha forte poder de marcação, a ponto de poder ter atuado, já como veterano, na zaga. Era também dono de uma rara habilidade e contava com fôlego e capacidade para subir ao ataque como elemento surpresa. 

Sua história na Seleção começou em 30 de maio de 1964, contra a Inglaterra, no Maracanã, na goleada por 5 a 1. Foram 69 partidas com a camisa verde-amarela e nove gols marcados. Um número considerável para um lateral-direito. Na Seleção sentiu-se à vontade como nos clubes para exercer uma liderança dentro e fora de campo, principalmente no tricampeonato mundial de 1970, ao lado de Pelé e Gerson.

Como jogador, Carlos Alberto Torres ainda teve uma breve passagem pelo California Surf, até retornar ao Cosmos e encerrar a carreira em 1982. Não demorou muito, no entanto, para o Capitão voltar a frequentar o mundo do futebol, mas como treinador. Numa decisão ousada na época, o Flamengo, em crise na tabela do Brasileirão, convidou Carlos Alberto para ser o técnico. O time tinha sido campeão em 1982, mas passava por mau momento naquele período. O Capita assumiu a equipe e a levou a uma reação na tabela rumo ao tricampeonato brasileiro, na final sobre o Santos, vencida por 3 a 0, num Maracanã com mais de 150 mil pessoas.

Ali era o começo de uma carreira como treinador com altos e baixos. Sim, Carlos Alberto não foi como técnico tão brilhante como era no gramado com a bola nos pés. Mas teve momentos importantes. No Botafogo, comandou uma equipe limitada tecnicamente rumo à conquista de uma competição internacional, a Copa Conmebol, conquistada em 1993. A final foi contra o Peñarol. Depois do 1 a 1 em Montevidéu, os dois times voltaram a empatar, mas por 2 a 2, no Maracanã. A disputa foi para os pênaltis, com vitória alvinegra por 3 a 1. Tanto ao lado de craques consagrados como comandando jogadores jovens e desconhecidos, com ou sem braçadeira, o Capita tinha liderança e estrela. 

FONTE: Globo Esporte

segunda-feira, 17 de outubro de 2016

Rádio Nordestino de Luto!

Morre aos 64 anos o radialista e narrador esportivo Carlos Fred

Carlos Fred teve sucesso no Jornalismo Esportivo Cearense. Foto Thiago Gaspar
Faleceu na madrugada desta segunda-feira (17) o radialista e narrador esportivo Carlos Fred. Vítima de um infarto, Carlos Frederico Costa Carneiro deixa um legado no rádio esportivo cearense e muita saudade aos familiares, amigos e colegas de profissão.

Fred era narrador oficial das partidas de Ceará e Fortaleza nas principais competições nacionais, transmitidas pela Rádio Tribuna BandNews FM, além de comentar diariamente o esporte local e nacional no programa Tribuna BandNews Esporte.

Em menos de duas temporadas completas na Tribuna BandNews FM (101.7), ele conseguiu aumentar ainda mais a popularidade diante dos ouvintes locais. Da própria empresa, o reconhecimento veio ao ser renomeado de Fred Mito, o que gerou até memes nas redes sociais.

“Saiu de forma espontânea. Primeiro eu chamei de ‘Bom Velhinho’, depois eu passei a chamar de #FredMito. É pela importância dele no rádio. O ouvinte começou a chamar também e a gente reforçou a ideia”, comenta Jussiê Cunha, coordenador da equipe de esportes. 

Com 45 anos de profissão, o radialista participou de coberturas importantes. Narrou quatro Copas do Mundo (1986, 1990, 1994 e 1998), além de decisões de Campeonato Brasileiro, Copa do Brasil, jogos das Eliminatórias, Séries A, B e C, além do Campeonato Cearense.

Quis o destino que o último gol narrado por Carlos Fred fosse de seu time de coração, o Fortaleza, no empate em 1 a 1 contra o Juventude, no jogo de volta das quartas-de-final da Série C do Campeonato Brasileiro, no dia 9 de outubro.

O velório acontece nesta manhã no Clube Grab, no Bairro Antônio Bezerra. O endereço é Rua Hugo Vítor, 395, Antônio Bezerra. O enterro será na terça-feira (18), no Cemitério Memória Fortaleza, na Rua Paulo Afonso, 1.191, Jari, em Maracanaú.

“Carlos Fred nos deixou. A crônica perde um fora de série. Os amigos perdem um ser humano fantástico, generoso com todos. Fortaleza amanheceu triste e a ‘moça branca’ ficou orfã”, declara o jornalista Caio Costa, comentarista da Tribuna BandNews e da Nordestv.

Jussiê Cunha sentiu a perda. “Mais um golpe da vida. Se foi o companheiro mais carismático, moleque e inteligente com quem trabalhei. Adeus, Mito! Adeus, Fred”.


Por Rosana Romão

segunda-feira, 26 de setembro de 2016

O Rádio Cearense de Luto.

Em Quixeramobim faleceu o Radialista e Historiador Crisanto Teixeira aos 60 anos.


Por volta das 19:00 horas faleceu o Radialista Crisanto Teixeira. Segundo informações crisanto deu entrada no Hospital Regional Dr Pontes Neto se sentindo muito mal e vindo a óbito por uma parada cardio respiratória.

O corpo de Crisanto Teixeira, 60 anos, será sepultado às 15:30h de hoje, Segunda 26, no Cemitério Parque da Saudade em Caucaia, Região Metropolitana de Fortaleza.

Jorge Luiz estreia no comando do "Manhã da Muriaé"

O experiente Jorge Luiz é o novo comunicador das manhãs da Muriaé O dia 5 de março de 2018 estrou para a história do rádio na região. ...